Arquivo do mês: dezembro 2009

I Digresso De Aviltamento Na Cidade De Brasilônica


Mário Celso, Repórter Por Um Negro Dia.


Reuniram-se em dias de trevas medonhas na cidade de Brasilônica, os filhos do crepúsculo religioso brasilônicos no I Digresso De Aviltamento. Foram dias de arrogâncias e vaidades filosóficas. Todo “glamour” da elite religiosa estavam presentes.

As aberrações e distrofias doutrinárias foram de fato o assunto principal daquela confraria. Como persistir em tais movimentos, como dá vazão a tal ciclo que arrebanha milhões de fiéis e barganha muito dinheiro. Todos os Cabeças de fato estavam estrategicamente conluiado para novos modismos, pragmatismos que surgirão em 2010.

No primeiro dia do encontro, especialmente aqueles que seguindo os padrões do século, ou porque não dizer a carne, proferiram das mais (in)versas e controversas palavras contra todo e qualquer tipo de governo, no êxtase do pensamento anárquico seguido pelas suas imundas paixões.

Estavam também reunidos as duas equipes de nome mundial, Os Atrevidos e Os Arrogantes na ejaculação de difamações às autoridades celestes superiores, declarando-se até mais poderosos do que anjos (embora maiores em força e poder). Alguns até mesmo “brincaram” com supostos anjos que lá estavam, outros sentiram o “cutuco” dos seres angelicais.

Enquanto isso uma turba “gospel” de grande MARCHA invadiram o local do evento. Num infernal barulho “santo”, na brutalidade irracional de atos deterministas, pessoas de caras pintadas, braços, pernas e peitos tatuados, ecoavam gritos de VITÓRIA num (de)côro extremamente musicado e declarando a todos os presentes os poderes dos seus deuses.

Abriram-se gráficos, estatísticas, projeções para dinamização da fé-monetizada e ainda anunciaram a propagações de campanhas mais criativas e atrativas.

Anunciaram ainda também a indicação de mais pregadores-revelação com excelente carisma, forte persuasão-multidão para amontoar fortuito votos aos Caciques e Coronéis do Grejianismo.

Nesse DesEncontro determinaram a nomeação de dois partidos Tristão para representar o nome do Grejanismo: O PPRA (partido do Prazer) e também PLUXCAR (O partido da Luxúria Carnal) aos quais terão como objetivo pleno, a regalia das suas próprias mistificações causando para a sociedade Grejês, visões, sonhos e toda espécie de nódoas e deformidades da alma, ainda que banqueteando com todas as farsas e farras.

Nomearam também em (des)unânime voto, o grande líder do negócio, o homem das “maravilhas”, o giganteiro da fé, Apostolaão de Beor, título-prêmio pelo qual o amou.

Ele prometeu fazer grandes “sinais” e “prodígios” para arrebanhar uma enorme quantidade de eleitores afim de ser o eleito. No seu primeiro discurso inflamado, jactanciosas palavras de vaidade sairam-lhe da sua boca no engodo e passional lascivo. Promessas de liberdades foram feitas àqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. A libertinagem os fascinaram.

Esse foi o I Digresso De Aviltamento…De Brasilônica fala o réporter Mário Celso.

Afff!! Até que enfim terminei essa reportagem.

-*-*-*-*-*-*- Desliga essa câmera ai, vamos embora…Tô com Náusea dessa lama.Vamos, vamos!!!

Também postado no meu outro blog Pró-Clamar


I Digresso De Aviltamento Na Cidade De Brasilônica

Mário Celso, Repórter Por Um Negro Dia.

Reuniram-se em dias de trevas medonhas na cidade de Brasilônica, os filhos do crepúsculo religioso brasilônicos no I Digresso De Aviltamento. Foram dias de arrogâncias e vaidades filosóficas. Todo “glamour” da elite religiosa estavam presentes.

As aberrações e distrofias doutrinárias foram de fato o assunto principal daquela confraria. Como persistir em tais movimentos, como dá vazão a tal ciclo que arrebanha milhões de fiéis e barganha muito dinheiro. Todos os Cabeças de fato estavam estrategicamente conluiado para novos modismos, pragmatismos que surgirão em 2010.

No primeiro dia do encontro, especialmente aqueles que seguindo os padrões do século, ou porque não dizer a carne, proferiram das mais (in)versas e controversas  palavras contra todo e  qualquer tipo de governo, no êxtase do  pensamento anárquico seguido pelas suas imundas paixões.

Estavam também reunidos as duas equipes de nome mundial, Os Atrevidos e Os Arrogantes na ejaculação de difamações às autoridades celestes superiores, declarando-se até mais poderosos do que anjos (embora maiores em força e poder). Alguns até mesmo “brincaram” com supostos anjos que lá estavam, outros sentiram o “cutuco” dos seres angelicais.

Enquanto isso uma turba “gospel” de grande MARCHA invadiram o local do evento. Num infernal barulho “santo”, na brutalidade irracional de atos deterministas, pessoas de caras pintadas, braços, pernas e peitos tatuados, ecoavam gritos de VITÓRIA num (de)côro extremamente musicado e declarando a todos os presentes os poderes dos seus deuses.

Abriram-se gráficos, estatísticas, projeções para dinamização da fé-monetizada  e ainda  anunciaram a propagações de campanhas mais criativas e atrativas.

Anunciaram ainda também a indicação de mais  pregadores-revelação com excelente carisma, forte persuasão-multidão para amontoar fortuito votos aos Caciques e Coronéis do Grejianismo.

Nesse DesEncontro determinaram a nomeação de dois partidos Tristão para representar o nome do Grejanismo: O PPRA (partido do  Prazer)  e também PLUXCAR (O partido da Luxúria Carnal) aos quais terão como objetivo pleno, a regalia das suas próprias mistificações causando para a sociedade Grejês, visões, sonhos e toda espécie de nódoas e deformidades da alma, ainda que banqueteando com todas as farsas e farras.

Nomearam também em (des)unânime voto, o grande líder do negócio, o homem das “maravilhas”, o giganteiro da fé,  Apostolaão de Beor, título-prêmio pelo qual o amou.

Ele prometeu fazer  grandes “sinais” e “prodígios” para arrebanhar uma enorme quantidade de eleitores afim de ser o eleito. No seu primeiro discurso inflamado, jactanciosas palavras de vaidade sairam-lhe da sua boca no engodo e passional lascivo. Promessas de  liberdades foram feitas àqueles  que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. A libertinagem os fascinaram.

Esse foi o I Digresso De Aviltamento…De Brasilônica fala o réporter Mário Celso.

Afff!! Até que enfim terminei essa reportagem.

-*-*-*-*-*-*- Desliga essa câmera ai, vamos embora…Tô com Náusea dessa lama.Vamos, vamos!!!


Ouve Ó Violência, O Justo Pela Sua Fé Viverá!


Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Profeta Habacuque

O clamor vívido e angustiante de um profeta que vê o caos da terra. A opressão de sentir e perceber o inimigo feroz, no caso os Caldeus, devastando a terra do profeta. A perversão da justiça, a atrocidade em elementos grotescos irradiava-se numa lei frouxa.

A violência portanto era o ponto crucial da questão. Hoje a violência se vale em todos os âmbitos possíveis. Violência sexual, psicológica, e assim todas as matizes decorrente desse processo destrutivo da sociedade.

Quando vejo cenas de horrores na TV, da violência aberta e propulsora de arrancadas de audiência, vejo as manifestações de hediondez da mídia apelativa e vítimas como protagonistas dessa terrível cena urbana.

Parece que a sociedade aplaude a violência impertinente. A cada momento que vislumbro isso, lembro-me do clamor desse profeta…”Até Quando?”

Mesmo sabendo que o próprio Deus suscitou tal nação para disciplinar Israel, mesmo assim o profeta se vê no ofício de clamar, e porque não de questionar…“Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão?…Por que fazes os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?”. Ao questionar tamanha crueldade dos caldeus na sua terra, o profeta não se mostra indolente ou insensato a perguntar a Deus tal coisa…

O seu questionamento se dá numa espera vigilante da ação divina para as vidas ali. O seu questionamento não o faz alheio aos própositos divinos e nem tampouco se ressente de Deus, ele apenas se coloca numa espera como quem busca solução para tal coisa. “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa”.

A resposta vem. Deus declara que tal visão seja gravada em tábuas de tal forma que a visibilidade de tal verdade seja exposta aos olhos de todos. A visão é para o tempo determinado por Deus. Acontecerá. O soberbo (caldeus) que não se identificou com tal visão, inchará a sua alma de modo que a sua garganta falará coisas perversas, ridicularizando a justa sentença de Deus sobre eles.

Deus então sentencia AIS para aquela nação devastadora, cujo poder de sangue era base da sua malévola atividade. A resposta de Deus à queixa do profeta é de estímulo para a sua fidelidade aos princípios divinos. Há o conforto de Deus em meio a ferocidade de elementos violentos que arrebatam o justo. Por isso se diz ” Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele;mas o justo viverá pela sua fé.” Termo esse que ecou para Paulo no ensino da justificação em Cristo pela fé.

O justo viverá mesmo em tamanha perversidade e inversão da justiça…Viverá pela sua fé. O justo viverá conquanto que gananciosa boca se escancara como o sepulcro e como a morte, que não se farta…Viverá pela sua fé. Mesmo assistindo aquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta!…Viverá pela sua fé.

A fé vence a violência, a perversão da justiça, e a iniquidade deliberada. Vence. Até mesmo na sua morte. Ela vence, pois depois de morto ainda fala.

A fé desse justo que vive em Deus, contempla, não um derramar de atos maldosos, mas sim um derramar da glória de Deus…”Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar”.

A fé enaltece a magnitude de Deus, não importando tanta vileza ao seu redor…O justo sabe que “O SENHOR, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.”

Essa é a minha Esperança em Deus, Justo Juiz.

Com Amor,

Mário Celso, também no outro blog Pró-Clamar.


Ouve Ó Violência, O Justo Pela Sua Fé Viverá.

Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Profeta Habacuque

O clamor vívido e angustiante de um profeta que vê o caos da terra. A opressão de sentir e perceber o inimigo feroz, no caso os Caldeus, devastando a terra do profeta. A perversão da justiça, a atrocidade em elementos grotescos irradiava-se numa lei frouxa.

A violência portanto era o ponto crucial da questão. Hoje a violência se vale em todos os âmbitos possíveis. Violência sexual, psicológica, e assim todas as matizes decorrente desse processo destrutivo da sociedade.

Quando vejo cenas de horrores na TV, da violência aberta e propulsora de arrancadas de audiência, vejo as manifestações de hediondez da mídia apelativa e vítimas como protagonistas dessa terrível cena urbana.

Parece que a sociedade aplaude a violência impertinente. A cada momento que vislumbro isso, lembro-me do clamor desse profeta…”Até Quando?”

Mesmo sabendo que o próprio Deus suscitou tal nação para disciplinar Israel, mesmo assim o profeta se vê no ofício de clamar, e porque não de questionar…“Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão?…Por que fazes os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?”. Ao questionar tamanha crueldade dos caldeus na sua terra, o profeta não se mostra indolente ou insensato a perguntar a Deus tal coisa…

O seu questionamento se dá numa espera vigilante da ação divina para as vidas ali. O seu questionamento não o faz alheio aos própositos divinos e nem tampouco se ressente de Deus, ele apenas se coloca numa espera como quem busca solução para tal coisa. “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa”.

A resposta vem. Deus declara que tal visão seja gravada em tábuas de tal forma que a visibilidade de tal verdade seja exposta aos olhos de todos. A visão é para o tempo determinado por Deus. Acontecerá. O soberbo (caldeus) que não se identificou com tal visão, inchará a sua alma de modo que a sua garganta falará coisas perversas, ridicularizando a justa sentença de Deus sobre eles.

Deus então sentencia AIS para aquela nação devastadora, cujo poder de sangue era base da sua malévola atividade. A resposta de Deus à queixa do profeta é de estímulo para a sua fidelidade aos princípios divinos. Há o conforto de Deus em meio a ferocidade de elementos violentos que arrebatam o justo. Por isso se diz ” Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé.” Termo esse que ecou para Paulo no ensino da justificação em Cristo pela fé.

O justo viverá mesmo em tamanha perversidade e inversão da justiça…Viverá pela sua fé. O justo viverá conquanto que gananciosa boca se escancara como o sepulcro e como a morte, que não se farta…Viverá pela sua fé. Mesmo assistindo aquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta!…Viverá pela sua fé.

A fé vence a violência, a perversão da justiça, e a iniquidade deliberada. Vence. Até mesmo na sua morte. Ela vence, pois depois de morto ainda fala.

A fé desse justo que vive em Deus, contempla, não um derramar de atos maldosos, mas sim um derramar da glória de Deus…”Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar”.

A fé enaltece a magnitude de Deus, não importando tanta vileza ao seu redor…O justo sabe que “O SENHOR, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.”

Essa é a minha Esperança em Deus, Justo Juiz.

Com Amor,

Mário Celso


O Sermão "Esboçado" De Paulo E A Pregação Repetida!


“Ao saírem eles, rogaram-lhes que, no sábado seguinte, lhes falassem estas mesmas palavras.” Atos 13.42

Quem já pregou mais de uma vez a mesma mensagem? Parece até mesmo deselegante para alguns pregadores de hoje repetir as suas mensagens. Eu já preguei a mesma mensagem em alguns momentos julgando ser necessário anunciar a mesma, só que em outra ambiência.
Porém, segundo o texto exposto em Atos, O público da sinagoga de Antioquia da Psídia, foram os que rogaram primeiramente a Paulo e seus companheiros que repetissem aquela reveladora mensagem de salvação.
Bem, Paulo e seus companheiros não rejeitaram a oportunidade de transmitir a judeus, gentios, prosélitos de judeus naquele sábado o testemunho do Evangelho de Jesus. Era comum para o chefe da sinagoga naquele dia, cumprir o shema – Basicamente a formalidade exigida dos judeus no seu sunagogos (ajuntamento conjunto) era a oração pelo lider, leitura do pentateuco e dos profetas e sermão por um membro idôneo da congregação.
Paulo, se lança a essa formalidade judaica afim de transmitir a Verdade do Evangelho. Levanta-se, faz um sinal com a mão e prega a Palavra. Mesmo sem nenhum esboço anotado em algum papel, Paulo se arremete a uma pregação Vétero-Cristo-Testamentária, esmiuçando textos que eram lidos e relidos pelos piedosos judeus todos os sábados, contudo faltando-lhes a revelação necessária para a sua compreensão espiritual.
O que é descrito em Atos 13. 16-48, seccionei com permissão de Paulo (risos) colocar pontos em seu sermão. Quatro ações podemos ver nesse texto. Três de Deus e uma de Israel:
I. As Ações De Deus Para Com Israel (Primeira).
a) Escolheu;
b) Resgatou;
d) Exaltou;
e) Suportou;
f) Apossa de Nações e entrega a Israel como herança;
g) Deu-lhes juízes, profetas e reis;
h) Levanta a Davi como figura messiânica;
i) Designa-lhes a Salvação em Jesus Cristo;
j) E ainda nos envia a Palavra da Salvação.
Paulo então nessa primeira abordagem deixa nítido a todos os presentes, que toda disposição,ação, vontade, salvação parte primeiramente de Deus e não do homem. É dele que provém todas as coisas necessárias para a nossa comunhão com Ele. Faz eco daquilo que Paulo ensina aos coríntios “ Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”.

Agora o apóstolo parte para segunda ação- A ação humana em face da divina. A contra-Ação do homem. A despolarização humana em detrimento das diretrizes divinas.
II. As Ações De Israel Para Com Deus Na Pessoa De Jesus:
a) Ignoram a Jesus e aos ensinos dos profetas, embora que estes fossem lidos todos os sábados;
b) Condenam a Jesus, embora não tivesse em Cristo nenhum dolo;
c) Pedem e decretam-lhe a sua morte, embora não sabendo eles que as escrituras se cumpririam.
III. As Ações De Deus para Com Israel Na Pessoa De Jesus (Segunda):
a) Ressuscita a Jesus;
b) Cumpre plenamente para com os seus filhos, e isso inclui nós, a ressurreição, trazendo portanto um significado profundo na vida daqueles que creem em Cristo para a justificação.
E após isso Paulo cita o profeta Habacuque, numa solene advertência aos judeus presentes (ó desprezadores) dessa maravilhosa graça.
Isso gerou certa ânsia pela verdade no coração dos judeus, que após ouvir esse sermão simples sem riqueza teológica, apelam a Paulo que falem as mesmas palavras no sábado seguinte.
Agora porém, a mensagem era a mesma, a ambiência não. O público eram outros.
A mensagem repetida de Paulo criou ânimo e animosidade por parte dos habitantes daquela cidade. Ânimo, porque toda a cidade afluiram-se para ouvir a Paulo. E animosidade, porque em contrapartida os judeus incitavam a multidão contra Paulo, contradizendo tudo que o apóstolo ensinara. O interessante é que a palavra “contradizer ( grego, antilego)” no texto, aparece uma única vez aqui em todo o Novo Testamento.
Paulo afirmadamente contra os seus anti e de forma ousada declara-lhes a última ação de Deus para com Israel, e primeira para com os gentios. ” Então, Paulo e Barnabé, falando ousadamente, disseram: Cumpria que a vós outros, em primeiro lugar, fosse pregada a palavra de Deus; mas, posto que a rejeitais e a vós mesmos vos julgais indignos da vida eterna, eis aí que nos volvemos para os gentios.” Daqui portanto parte a ação divina para com os gentios- A porta da graça ser-lhe-ão concedida.
IV. A Ação De Deus Para Com Os Gentios (terceira):
a) Determinação divina para proclamação da salvação até os termos remotos da terra;
“Porque o Senhor assim no-lo determinou: Eu te constituí para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até aos confins da terra.”
A aceitabilidade dos gentios à Palavra se fez nótoria naquele dia. Se por um lado existiam judeus instigadores contra os apóstolos, por outro havia abundância de graça e regozijo no coração dos gentios de forma que “glorificavam a Palavra do Senhor” .
Essa foi a mensagem de Paulo, e essa sempre será a tônica de uma verdadeira preleção Cristocêntrica.
Com Amor,
Mário Celso

Que O Natal Seja Do AMOR Maior.

Ainda que eu fale todas as línguas do mercado consumista do natal, conheça todas os atrativos publicitários, Se não tiver o AMOR maior, serei como um velho bonachão que chocalha sonoros e fajutos jingle bells e que ri artificial- mente.

Ainda que chamem Noel de papai, e que toda as preces e oferendas seja para quem por muitos anos tirou o Personagem principal da “cena” natalina, se fazendo bondoso e caridoso com toda os pequeninos, ainda sim se não tiver O AMOR maior de nada valerá.

Ainda que o natal de Noel tenha todas as magias, e todas as possessões dos mistérios humanos, de maneira que venha colocar homens como deuses, numa super-heróica fé de transposição de valores éticos, se não tiver o AMOR maior de nada valerá.

E ainda que o Noel do Natal distribua todos os presentes para as crianças do mundo inteiro em chaminés-desejos, e ainda que entregue todos os pedidos das arrogantes conveniências humanas para o crescimento da babilônica potestade religiosa e opressora, tendo forma de piedade negando entretanto o poder, se não tiver o AMOR maior de nada valerá.

O natal só terá sentido na nossa caminhada, se o Rei dos reis verdadeiramente achar manjedoura em nossos corações. Fora disso toda expressão por mais que seja do “espírito natalino” de toda sorte de artefatos mercadologicamente simbólico, se fará apenas para confeite da alma iludida.

Todo simbolismo por mais que seja estética de luzes, riquezas de cores, músicas e magias perderá o seu valor, se o ESSENCIAL do natal, o imorredouro amor de Deus não achar guarida na alma aflita.

O Caminhando Com Graça, deseja a todos um Feliz Natal de Paz e Quietude. Que o Sublime Amor de Deus em Cristo Jesus possa conduzir a todos em vitória e constância no amor e fé a Deus e ao seu semelhante.

Feliz Natal!!!

Mário Celso

O Evangelho Que Não Se Prega

Nesse turbilhão da prosperidade em que vive o povo evangélico no Brasil hoje, dificilmente alguém pregará a mensagem que não satisfará as multidões sedentas por muitas coisas, contudo pouco do Reino de Deus.

As multidões querem ouvir pregadores estimulante da auto-estima…Querem somente um evangelho de prazer excitante, algo que encanta corações e almas. O mesmo estado do qual viveram Israel nos tempos dos profetas da calamidade.

Podem até gostar, mas longe está do essencial… “E eis que tu és para eles como uma canção de amores, de quem tem voz suave, e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra.” Ezequiel

Mas o evangelho da Cruz, renúncia, abnegação, arrependimento, conversão como mudança de atitudes, idéias e ideais…Não encontra-se mais abrigados nos corações e púlpitos da igreja brasileira…

Vai então o conselho de Paulo aos pregadores modernos…

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Rom 12.2

Com Amor,

Mário Celso


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