Conselhos De Um Pescador

O iletrado (agrammatos) Pedro chama-nos a um bate-papo edificante e envolvente. Dá-nos algumas dicas preciosas a todos os “peregrinos e forasteiros” dessa jornada rumo aos céus. Eis alguns do seus conselhos:

Despoja-se de tudo aquilo cuja maldade, engano, hipocrisia esteja empacotado no mais profundo do âmago da alma, corroendo todos os relacionamentos entre os seus. Impedindo de vislumbrar o bem-estar do próximo.
Deixe arder em sã-desejo, o apetite pelo leite original, sem mistura, sem fermentações, sem acréscimos, pois através desse alimento saudável terá condições para um crescimento de forma a compreender a Salvação…Deseje isso como crianças recém-nascidas que sossega-se no afago e carinho do amor( que não morre) do Pai.
Vá até Ele, afirma-te na Rocha cuja vida e amor fora incompreendida, e a rejeição o seu prêmio. Rejeitado foi pelos os homens mas para Deus a “Rocha preciosa”.
Conscientize-se de que vocês são como pedras que vivem e santos sacerdotes, digo sacerdotes e não levitas, posto que através do sacerdócio poderão sempre oferecer a Deus sacrifícios espirituais agradáveis, tudo por intermédio de Cristo, sem necessidade de ‘sacerdotes’ imediatos, nem de titulares celestes para se chegar ao Pai.
Coloque toda confiança e submissão a esta Pedra Angular, lapide-se em suas arestas de amor, ainda que os homens te ridicularize e queira te confundir, saiba que quem nEle crê jamais será envergonhado ou confundido.
Estes que ‘confundem’ a vida cristã e faz dela uma vergonha, são de fatos desobedientes e trôpegos na fé, cuja a Palavra oriunda da Rocha de ofensa os fazem tropeçar em toda a Verdade, donde os pés não se firmarão em aplainados caminhos…
Proclame as virtudes dAquele que te chamou das trevas espirituais para a Sua maravilhosa luz e saiba vocês todos da amplitude e plenitude do seu chamado…Vocês não são príncipes e nem levitas, são de fatos reis e sacerdotes. Não se deixe apelidar de ‘gospel’ ou de nação ‘ungida’, vocês são raça eleita, nação santa. Saiba que as suas vidas não são propriedades de nenhum coronel ou cacique religioso, vocês são propriedade exclusiva do Pai.
Não se deixe dominar por ímpetos paixões do seu bel-prazer, abstenha-se daquilo que estraga a sua alma e os seus sentidos, de sorte que nessa guerra sempre a alma será ferida ou até mesmo morta…Tudo isso provém de vidas cuja a estadia e fixidez se baseia no porto desse mundo, ancorando-se em areias e fazendo daqui moradas. Tenham em mente que vocês são peregrinos e forasteiros
Deixe que a luz do comprometimento com a Verdade te abalize e esclareça a manter o mesmo proceder de Cristo, fazendo-te um exemplar modus de vida de acordo com a Luz da vida. E saiba mais que, ao fazer tal procedimento vocês arrancarão das bocas muitas glórias ao Pai pelo fruto das suas boas obras e pelo o louvor dela que magnifica a Cristo.
Pratique o bem como emudecedor dos loucos…Tapa-lhes as suas bocas com a atitude submissa de sua vida conforme o ensino do Mestre.
Vivam como servos da liberdades, não como senhores da libertinagem, fazendo da sua servidão a Cristo um caminho de graça e vida trazendo libertação aos aprisionados pelo mal.
Honre as pessoas, ame aos seus irmãos e amigos, que a sua vida redunde em temor a Deus, mesmo que sofra por muitas coisas…Deixe a sua consciência livre…Não a aprisione no exercício da maldade…Que vantagem então teremos se em tal prática da injustiça fira a nossa limpidez de mente em Cristo? Se sofrer, sofra por amor a Cristo, pois dEle temos tal exemplo…Mesmo que os ‘doutores’ afirmam que você não nasceu para sofrer, saiba “porquanto para isto mesmo(sofrimentos) vocês foram chamados” para dar prosseguimento da caminhada de Cristo em seus passos aqui na terra.
Siga o exemplo do Mestre amado, ao qual na sua boca não se achou propina e nem dolo…Mesmo sendo maltratado, ultrajado, apenas se entregava ao Pai, não fazendo nenhuma ameaça marcadora sobre os seus oponentes, carregando consigo os nossos pecados no madeiro.
E por fim, desgarra-se dos pastores que não amam as suas ovelhas, mas converta-se ao Pastor e Bispo de sua alma.
Com Amor,
Mário Celso
Esse é um comentário parentético da primeira carta de Pedro no capítulo 2.

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