Arquivo do mês: fevereiro 2010

Graça Como Privilégio de Dar!

Os capítulos 8 e 9 da segunda carta de Paulo aos coríntios, pode ser descrita como a seção da generosidade e liberalidade cristã. Nela contêm princípios que norteiam a vida dos ofertantes como também dos não-ofertantes. Dos que já operam na graciosidade do ofertar serve como bálsamo e consolo, para aos do fora do ‘time’ da graça generosa, valerá como estímulo e direção.

Paulo começa dizendo que a base de toda motivação do ofertante está na ‘graça de Deus’. A graça é a fonte para abrir meu coração e ajudar aos necessitados. Por que? Devido o amor sacrificial dadivoso do Deus generoso que não mediu esforços para enviar o seu Amado Filho para receber dele toda graça da salvação. Partindo dessa graça, terei então a graça para de graça ofertar o meu melhor ao meu semelhante!

Em um contexto histórico vigente na época dessa escrita, alguns macedônios bem como alguns irmãos da região da Acaia, voluntariamente dispuseram-se os seus corações para um ajuntamento de coletas para os pobres da Judéia, região então solapada por uma grande fome.

Eles voluntariamente deram com alegria ainda que estivessem passando por provas e tribulações. Entrou aqui a ‘equação’ do amor de Deus: Riqueza de generosidade=abundância de alegria+graça de Deus concedida sob a profunda pobreza. Generosidade que no contexto neotestamentário, significa singeleza, liberalidade, a maneira de dar ‘sem calcular’, livres de motivos egoístas.

Contrapôe-se a todo ensino de barganhas, e formas “toma-lá-da-cá” presente em muitas comunidades e igrejas ditos evangélicas. A boa vontade no coração daqueles irmãos foi atuada pela profunda graça de Deus sem necessidades de coação e sentimento barganhoso.

Paulo fala que eles rogavam para participar da ‘graça da assistência aos santos’. Tudo de forma sóbria, equilibrada sem nenhuma neura de colocar os braços onde não podem abraçar…A graça é movida por Deus primeiramente ao coração do ofertante e este por sua vez de acordo com as suas posses e recursos torna-se hábil para abençoar a quem precisa. Não precisa de nenhuma ginástica espiritual e esforço exorbitante além da sua cabeça!
Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem.” 2 Cor 8.12

Ora esse zelo e solicitude de ofertar era algo tão bom e ao mesmo tempo contagiante ao ponto de estimular a muitos nessa prática. E a toda expressão de bem comum a todos era o oposto da irônica avareza que não tinha guarida ali. Coração generoso que se doa é o coração que se propôe a abençoar, posto que a sua oferta e semente é segundo aquilo que é proposto nele, e nessa abundância da graça, há fartura de Deus e ‘ampla suficiência’ em tudo. Não é quem te propôe e sim o que o teu coração decidiu movido pelo Amor maior de Deus…Tudo livre e solto, sem arranjos e ornamentos falaciosos dos cambistas da ‘fé’.

Pra encerrar, afirmo e repito: Conhecer a graça de Deus, é conhecer a superabundante graça de ofertar, assistir, semear com fartura e colher com abundância, porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus, visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos…

Um abraço e fiquem na Paz!

Mário Celso


A Graça Como Privilégio De Dar


Os capítulos 8 e 9 da segunda carta de Paulo aos coríntios, pode ser descrita como a seção da generosidade e liberalidade cristã. Nela contêm princípios que norteiam a vida dos ofertantes como também dos não-ofertantes. Dos que já operam na graciosidade do ofertar serve como bálsamo e consolo, para aos do fora do ‘time’ da graça generosa, valerá como estímulo e direção.

Paulo começa dizendo que a base de toda motivação do ofertante está na ‘graça de Deus’. A graça é a fonte para abrir meu coração e ajudar aos necessitados. Por que? Devido o amor sacrificial dadivoso do Deus generoso que não mediu esforços para enviar o seu Amado Filho para receber dele toda graça da salvação. Partindo dessa graça, terei então a graça para de graça ofertar o meu melhor ao meu semelhante!

Em um contexto histórico vigente na época dessa escrita, alguns macedônios bem como alguns irmãos da região da Acaia, voluntariamente dispuseram-se os seus corações para um ajuntamento de coletas para os pobres da Judéia, região então solapada por uma grande fome.

Eles voluntariamente deram com alegria ainda que estivessem passando por provas e tribulações. Entrou aqui a ‘equação’ do amor de Deus: Riqueza de generosidade=abundância de alegria+graça de Deus concedida sob a profunda pobreza. Generosidade que no contexto neotestamentário, significa singeleza, liberalidade, a maneira de dar ‘sem calcular’, livres de motivos egoístas.

Contrapôe-se a todo ensino de barganhas, e formas “toma-lá-da-cá” presente em muitas comunidades e igrejas ditos evangélicas. A boa vontade no coração daqueles irmãos foi atuada pela profunda graça de Deus sem necessidades de coação e sentimento barganhoso.

Paulo fala que eles rogavam para participar da ‘graça da assistência aos santos’. Tudo de forma sóbria, equilibrada sem nenhuma neura de colocar os braços onde não podem abraçar…A graça é movida por Deus primeiramente ao coração do ofertante e este por sua vez de acordo com as suas posses e recursos torna-se hábil para abençoar a quem precisa. Não precisa de nenhuma ginástica espiritual e esforço exorbitante além da sua cabeça!
Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem.” 2 Cor 8.12

Ora esse zelo e solicitude de ofertar era algo tão bom e ao mesmo tempo contagiante ao ponto de estimular a muitos nessa prática. E a toda expressão de bem comum a todos era o oposto da irônica avareza que não tinha guarida ali. Coração generoso que se doa é o coração que se propôe a abençoar, posto que a sua oferta e semente é segundo aquilo que é proposto nele, e nessa abundância da graça, há fartura de Deus e ‘ampla suficiência’ em tudo. Não é quem te propôe e sim o que o teu coração decidiu movido pelo Amor maior de Deus…Tudo livre e solto, sem arranjos e ornamentos falaciosos dos cambistas da ‘fé’.

Pra encerrar, afirmo e repito: Conhecer a graça de Deus, é conhecer a superabundante graça de ofertar, assistir, semear com fartura e colher com abundância, porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus, visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos…

Um abraço e fiquem na Paz!

Mário Celso


AVISO EBD

Informamos a todos os nossos irmãos, que a EBD passará a funcionar na Unidade Escolar Pe. Rêgo, a partir desse domingo(21/02/10). No mesmo horário 8 as 10hs da manhã. Participe e divulgue aos outros!

Um abraço Em Cristo,

Mário Celso


A APOSTASIA E OS APÓSTATAS

Apostasia(aphistemi), uma palavra do grego bíblico que ganhou sentido e conotação na língua portuguesa. Dos muitos significados que nela estão proposto (e isso você pode ter acesso em qualquer bom léxico grego)podemos verificar sua força semântica; fazer retroceder, fazer afastar-se, remover, excitar à revolta, retrocecer, manter-se de lado, abandonar, afastar-se de alguém, lançar fora de visão, tornar invisível, fazer desaparecer, destruir, consumir. Mais uma me chamou mais atenção: destituir de brilho, fazer disforme.

O papel do apóstata será sempre a desconfiguração e a disformidade daquilo que é reto, puro e bom. Essa dissolução da forma, sendo a descontrução da boa causa do Reino de Deus. A apostasia é um ciclo sistêmico que inicia-se num coração dessassociado da verdade, ainda que de forma bem subjetiva, ela ganha forças a medida que se mantêm distante da boa fonte.

Ora, todo excitamento à revolta teve como boot do corrompido sistema humano o abandono e o afastamento da verdade absoluta e inegociável. Portanto, o apóstata se consome e se destrói pela busca da projeção da própria luz…

A apostasia não é coisa do século de Paulo. É algo tão atual, tão sutil e perspicaz que as vezes se mostra com algo envolvente e de agudeza espiritual, sagaz, talentosa e inteligente. É devido a isso que existe uma séria de advertências nas Escrituras, Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade…

A “regrinha” colocada pelos apóstatas é tão meticulosamente religiosa, que uma das farsas dessa hediondez é a proibição. A proibição se torna portanto o dogma e a teologia do apóstata. Uma logia que tem origem demôniaca e se apresenta em seus ditames na deturpação dos bens oriundos do Pai das luzes, convertendo tudo que é bom para a “posse” do mal.

Esse é o resultado do afastamento. A bondade de Deus não cabe no coração de um apóstata!

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo…” Hb 3.12

Com amor,

Mário Celso

Também no meu blog


A APOSTASIA E OS APÓSTATAS


Apostasia(aphistemi), uma palavra do grego bíblico que ganhou sentido e conotação na língua portuguesa. Dos muitos significados que nela estão proposto (e isso você pode ter acesso em qualquer bom léxico grego)podemos verificar sua força semântica; fazer retroceder, fazer afastar-se, remover, excitar à revolta, retrocecer, manter-se de lado, abandonar, afastar-se de alguém, lançar fora de visão, tornar invisível, fazer desaparecer, destruir, consumir. Mais uma me chamou mais atenção: destituir de brilho, fazer disforme.

O papel do apóstata será sempre a desconfiguração e a disformidade daquilo que é reto, puro e bom. Essa dissolução da forma, sendo a descontrução da boa causa do Reino de Deus. A apostasia é um ciclo sistêmico que inicia-se num coração dessassociado da verdade, ainda que de forma bem subjetiva, ela ganha forças a medida que se mantêm distante da boa fonte.

Ora, todo excitamento à revolta teve como boot do corrompido sistema humano o abandono e o afastamento da verdade absoluta e inegociável. Portanto, o apóstata se consome e se destrói pela busca da projeção da própria luz…

A apostasia não é coisa do século de Paulo. É algo tão atual, tão sutil e perspicaz que as vezes se mostra com algo envolvente e de agudeza espiritual, sagaz, talentosa e inteligente. É devido a isso que existe uma séria de advertências nas Escrituras, Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade…

A “regrinha” colocada pelos apóstatas é tão meticulosamente religiosa, que uma das farsas dessa hediondez é a proibição. A proibição se torna portanto o dogma e a teologia do apóstata. Uma logia que tem origem demôniaca e se apresenta em seus ditames na deturpação dos bens oriundos do Pai das luzes, convertendo tudo que é bom para a “posse” do mal.

Esse é o resultado do afastamento. A bondade de Deus não cabe no coração de um apóstata!

Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo…” Hb 3.12

Com amor,

Mário Celso na primeira centena de postagem desse blog.


Esse Blog É Pra Todos!


Meus amados e queridos irmãos, esse espaço está destinado a todos vocês que fazem ou fizeram parte da congregação da Assembleia de Deus do Bairro Parque Piauí. Aqui teremos anúncios relativos à congregação, bem como textos reflexivos, pregações da Palavra e eventos que serão realizados na nossa congregação.

Mandem sugestões através dos comentários em cada postagem, para um melhoramento desse canal de informações. Divulguem e anunciem a todos! Aos poucos estaremos aperfeiçoando esse blog.
Um abraço especial…
Em Cristo,
Mário Celso…Porque até aqui nos ajudou o Senhor!

Retrato Da Obstinação Humana


“Porque eu sabia que eras obstinado, e a tua cerviz é um tendão de ferro, e tens a testa de bronze.” Isaías 48.4


A produção humana de teimosia e rebeldia se faz tão presente nesses dias caóticos. O homem pós-moderno através de suas muitas tecnologias e feitos incríveis, tem-se tornado um ser obstinado e duro. Um ser que parece não ter nenhum sentimento, nem alma que discerne, nem espírito que perceba a sua trágica caminhada.
A cada dia, percebo ‘gente’ convertendo-se na implacabilidade dos seus desafetos. A natureza corrompida e caída se faz tão notória e exacerbada nesses negros hodiernos dias. A rebelião a Deus, sempre foi a produção dessa obstinação e teimosia. A impenitência, indiferença, são marcas da atualidade.
Não vejo cura nessa doença escatológica e generalizada…Vejo a deflagração e a difusão da irracionalidade humana. Paulo estava certo ao afirmar que… ” Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis(perigosos)…” Estamos assistindo isso todos os dias, essa cadeia de combustão violenta da perversidade do gênero humano. Paulo prossegue dizendo que os homens serão: egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder.( 2 Tim 3)

Quando fazemos a leitura dessa lista sinistra, ficamos a pensar somente nos homens do “mundo”. Não! Dentro dos arraiais religiosos essa pintura animalesca abriga-se em muitos ornamentados e decorados corações (im)piedosos.
Parece até uma interpretação pessimista da vida, mas não é…O realismo da Palavra é tão chocante que as vezes as nossas mentes não quer conceber.
A expressão vívida da Palavra deixa-nos a reconhecer a nossa carnalidade,debilidade e pecado ante o Deus Santo e Justo. O Senhor continua a clamar, a bater nessa pederneira índole, convidando-nos à Sua misericórdia…” Viraram-me as costas e não o rosto; ainda que eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência.(Jer 32.33)

Até quando essa geração perversa e doentia não atenderá ao chamado para o arrependimento e conversão? Se não houver uma metanóia certamente vai gerar paranóia. A minha tristeza é ver a muitos aplaudir a essa sociedade ‘rica’ e viciosa, sem declará-los a sua real pobreza, cegueira e nudez.
É hora de clamarmos em plenos pulmões…Enquanto não houver uma mudança radical de pensamentos, volições, desejos para a vida plena com Jesus, veremos uma série de inanimados e odiosos homens se debatendo, se destruindo e arruinando as suas almas e mentes…Serão semelhantes aos ‘grandes’ quando ouviram a Estevão afirmando-lhes homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido! Vocês sempre resistem ao Espírito Santo…

Mário Celso


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