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Desligando-se


Carta de desligamento da Igreja Evangélica Assembleia de Deus

À IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS Teresina-PI

Att.: Congregação Parque Piauí e amados irmãos em Cristo Jesus:

Venho por meio desta comunicar meu desligamento dessa conceituada igreja e expressar meus sinceros sentimentos a todos os meus irmãos.

APRESENTAÇÃO:

Foi através dessa igreja, que ouvi e Palavra do Evangelho e a ela me entreguei no dia 22 de Maio de 1994, tornei-me membro dessa comunidade no dia 07 de Agosto do mesmo ano, tornando público a minha decisão. Fui chamado ao ministério local em Janeiro de 2001, tornando-me auxiliar do pastor. No ano de 2005 passei ao diaconato e no ano de 2008 ao presbitério, posição essa que assumo deste então. Essa decisão não foi realizada sem antes ter apresentado a Deus em oração e súplica, com muita sobriedade e equilíbrio. Apresento à Igreja Assembleia de Deus, bem como a minha querida congregação no Bairro Parque Piauí com toda a sua liderança as razões pelos quais estou tomando.

Um dos motivos que norteiam esta decisão não são de ordem partidária, política ou de aspirações ministeriais, mas são de cunho primeiramente estritamente pessoal e de consciência. Como disse um servo de Deus no passado: “Minha consciência é cativa à Palavra de Deus. Ir contra a minha consciência não é nem correto nem seguro”

O Apóstolo Paulo sempre se preocupou a apresentar diante de Deus e dos homens uma consciência pura, atitude essa que também demanda da minha pessoa. Saliento que não há nada pessoal contra seus membros ou líderes. De mim não virá nada do seja indecoroso ou desonroso no que tange ao nome dessa amada comunidade, da qual servi durante 17 anos da minha caminhada. Tenho por grande e máxima consideração e estima a muitos de meus queridos irmãos e de pessoas com amor sincero expressam a mim.

PONTO SECUNDÁRIO, que é o ápice dessa minha decisão, é de fato o politicismo, que é a filosofia política adotada pelas igrejas Assembleias de Deus isso no contexto em geral. Isso vem me causando um certo incômodo, pelas arbitrariedades, manipulações, partidarismos sendo essencialmente o príncipio de governabilidade sustentada pela liderança. Eu julgo ser isso o anti-evangelho, uma contradição de princípios tão simples e explícitos na vida de Jesus e de seus discípulos. PONTOS IMPORTANTES

1. Deixo claro que a minha firme decisão do meu desligamento, não resulta da minha negação à fé cristã, e nem dos princípios bíblicos.

2. A minha vivência com Deus bem como a prática da sua Justiça será a minha escolha permanente em toda a minha vida

3. A minha saída, não significa nenhum ato de rebeldia, ira ou discórdia para com todos os líderes

4. Reitero mais uma vez que a minha decisão é estritamente pessoal e de consciência, uma vez que não a quero ferir e nem tampouco a dos meus irmãos.

5.Essa minha decisão, não diminuirá o meu amor ao Evangelho de Cristo, posto que da Palavra vem o meu alimento diário, e nem extinguirá a pulsão de dentro de mim de expandir o Reino de Deus.

6. Deixo portanto um pedido a todos os irmãos, que em nome de Jesus, não divulgue de forma errada a minha decisão e nem me considere como inimigo, cito o que o nosso Amado Senhor e Salvador Jesus Cristo nos ensina que todos os mandamentos se resumem em apenas dois. Amarás a Deus sobre todas as coisas e o seu próximo como a ti mesmo. (Mc 12:30:33). E que também o “ reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. O árbitro dessa minha iniciativa, é a PAZ de Cristo. “Que a paz de Cristo seja o juiz em seus corações, visto que vocês foram chamados a viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos.” Colossenses 3.15

Concluo dizendo que a minha partida não é resultado de amargura, de ego adoecido ou coisas dessa natureza, apenas livre opção de não continuar congregando com os demais irmãos sem nenhuma mágoa ou rancor. No momento, não tomei nenhuma decisão em que igreja, ou comunidade irei congregar com toda a minha família, sei que em breve estarei com algum grupo de irmãos que confessam o Nome de Jesus, no lugar em que eu julgar ser o melhor para todos da minha casa. Espero contar com a compreensão dos meus amados irmãos

Minha casa estará aberta para receber todos os meus irmãos com muito respeito e afeição a todos.

Essa é a minha decisão! Não tenho mais dúvidas a respeito disso, estou resoluto e sei que é um dos momentos mais difíceis para ser tomado, e sei também que aquilo que Deus começou em mim na Assembleia de Deus irá terminar em um outro lugar, que somente Ele sabe!

No Amor de Cristo,

Mário Celso Santos Almeida

Graça e Paz de Nosso Amado Salvador e Senhor Jesus Cristo


I Digresso De Aviltamento Na Cidade De Brasilônica

Mário Celso, Repórter Por Um Negro Dia.

Reuniram-se em dias de trevas medonhas na cidade de Brasilônica, os filhos do crepúsculo religioso brasilônicos no I Digresso De Aviltamento. Foram dias de arrogâncias e vaidades filosóficas. Todo “glamour” da elite religiosa estavam presentes.

As aberrações e distrofias doutrinárias foram de fato o assunto principal daquela confraria. Como persistir em tais movimentos, como dá vazão a tal ciclo que arrebanha milhões de fiéis e barganha muito dinheiro. Todos os Cabeças de fato estavam estrategicamente conluiado para novos modismos, pragmatismos que surgirão em 2010.

No primeiro dia do encontro, especialmente aqueles que seguindo os padrões do século, ou porque não dizer a carne, proferiram das mais (in)versas e controversas  palavras contra todo e  qualquer tipo de governo, no êxtase do  pensamento anárquico seguido pelas suas imundas paixões.

Estavam também reunidos as duas equipes de nome mundial, Os Atrevidos e Os Arrogantes na ejaculação de difamações às autoridades celestes superiores, declarando-se até mais poderosos do que anjos (embora maiores em força e poder). Alguns até mesmo “brincaram” com supostos anjos que lá estavam, outros sentiram o “cutuco” dos seres angelicais.

Enquanto isso uma turba “gospel” de grande MARCHA invadiram o local do evento. Num infernal barulho “santo”, na brutalidade irracional de atos deterministas, pessoas de caras pintadas, braços, pernas e peitos tatuados, ecoavam gritos de VITÓRIA num (de)côro extremamente musicado e declarando a todos os presentes os poderes dos seus deuses.

Abriram-se gráficos, estatísticas, projeções para dinamização da fé-monetizada  e ainda  anunciaram a propagações de campanhas mais criativas e atrativas.

Anunciaram ainda também a indicação de mais  pregadores-revelação com excelente carisma, forte persuasão-multidão para amontoar fortuito votos aos Caciques e Coronéis do Grejianismo.

Nesse DesEncontro determinaram a nomeação de dois partidos Tristão para representar o nome do Grejanismo: O PPRA (partido do  Prazer)  e também PLUXCAR (O partido da Luxúria Carnal) aos quais terão como objetivo pleno, a regalia das suas próprias mistificações causando para a sociedade Grejês, visões, sonhos e toda espécie de nódoas e deformidades da alma, ainda que banqueteando com todas as farsas e farras.

Nomearam também em (des)unânime voto, o grande líder do negócio, o homem das “maravilhas”, o giganteiro da fé,  Apostolaão de Beor, título-prêmio pelo qual o amou.

Ele prometeu fazer  grandes “sinais” e “prodígios” para arrebanhar uma enorme quantidade de eleitores afim de ser o eleito. No seu primeiro discurso inflamado, jactanciosas palavras de vaidade sairam-lhe da sua boca no engodo e passional lascivo. Promessas de  liberdades foram feitas àqueles  que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. A libertinagem os fascinaram.

Esse foi o I Digresso De Aviltamento…De Brasilônica fala o réporter Mário Celso.

Afff!! Até que enfim terminei essa reportagem.

-*-*-*-*-*-*- Desliga essa câmera ai, vamos embora…Tô com Náusea dessa lama.Vamos, vamos!!!


Ouve Ó Violência, O Justo Pela Sua Fé Viverá.

Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Profeta Habacuque

O clamor vívido e angustiante de um profeta que vê o caos da terra. A opressão de sentir e perceber o inimigo feroz, no caso os Caldeus, devastando a terra do profeta. A perversão da justiça, a atrocidade em elementos grotescos irradiava-se numa lei frouxa.

A violência portanto era o ponto crucial da questão. Hoje a violência se vale em todos os âmbitos possíveis. Violência sexual, psicológica, e assim todas as matizes decorrente desse processo destrutivo da sociedade.

Quando vejo cenas de horrores na TV, da violência aberta e propulsora de arrancadas de audiência, vejo as manifestações de hediondez da mídia apelativa e vítimas como protagonistas dessa terrível cena urbana.

Parece que a sociedade aplaude a violência impertinente. A cada momento que vislumbro isso, lembro-me do clamor desse profeta…”Até Quando?”

Mesmo sabendo que o próprio Deus suscitou tal nação para disciplinar Israel, mesmo assim o profeta se vê no ofício de clamar, e porque não de questionar…“Por que me mostras a iniqüidade e me fazes ver a opressão?…Por que fazes os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm quem os governe?”. Ao questionar tamanha crueldade dos caldeus na sua terra, o profeta não se mostra indolente ou insensato a perguntar a Deus tal coisa…

O seu questionamento se dá numa espera vigilante da ação divina para as vidas ali. O seu questionamento não o faz alheio aos própositos divinos e nem tampouco se ressente de Deus, ele apenas se coloca numa espera como quem busca solução para tal coisa. “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei para ver o que Deus me dirá e que resposta eu terei à minha queixa”.

A resposta vem. Deus declara que tal visão seja gravada em tábuas de tal forma que a visibilidade de tal verdade seja exposta aos olhos de todos. A visão é para o tempo determinado por Deus. Acontecerá. O soberbo (caldeus) que não se identificou com tal visão, inchará a sua alma de modo que a sua garganta falará coisas perversas, ridicularizando a justa sentença de Deus sobre eles.

Deus então sentencia AIS para aquela nação devastadora, cujo poder de sangue era base da sua malévola atividade. A resposta de Deus à queixa do profeta é de estímulo para a sua fidelidade aos princípios divinos. Há o conforto de Deus em meio a ferocidade de elementos violentos que arrebatam o justo. Por isso se diz ” Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé.” Termo esse que ecou para Paulo no ensino da justificação em Cristo pela fé.

O justo viverá mesmo em tamanha perversidade e inversão da justiça…Viverá pela sua fé. O justo viverá conquanto que gananciosa boca se escancara como o sepulcro e como a morte, que não se farta…Viverá pela sua fé. Mesmo assistindo aquele que diz à madeira: Acorda! E à pedra muda: Desperta!…Viverá pela sua fé.

A fé vence a violência, a perversão da justiça, e a iniquidade deliberada. Vence. Até mesmo na sua morte. Ela vence, pois depois de morto ainda fala.

A fé desse justo que vive em Deus, contempla, não um derramar de atos maldosos, mas sim um derramar da glória de Deus…”Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar”.

A fé enaltece a magnitude de Deus, não importando tanta vileza ao seu redor…O justo sabe que “O SENHOR, porém, está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra.”

Essa é a minha Esperança em Deus, Justo Juiz.

Com Amor,

Mário Celso


O Evangelho Que Não Se Prega

Nesse turbilhão da prosperidade em que vive o povo evangélico no Brasil hoje, dificilmente alguém pregará a mensagem que não satisfará as multidões sedentas por muitas coisas, contudo pouco do Reino de Deus.

As multidões querem ouvir pregadores estimulante da auto-estima…Querem somente um evangelho de prazer excitante, algo que encanta corações e almas. O mesmo estado do qual viveram Israel nos tempos dos profetas da calamidade.

Podem até gostar, mas longe está do essencial… “E eis que tu és para eles como uma canção de amores, de quem tem voz suave, e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não as põem por obra.” Ezequiel

Mas o evangelho da Cruz, renúncia, abnegação, arrependimento, conversão como mudança de atitudes, idéias e ideais…Não encontra-se mais abrigados nos corações e púlpitos da igreja brasileira…

Vai então o conselho de Paulo aos pregadores modernos…

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Rom 12.2

Com Amor,

Mário Celso


Prosperidade Maligna

richLeitura Recomendada: Jeremias 22.13-23

Jeremias, o profeta, verbaliza uma sentença contra o rei Jeoaquim, então rei de Judá. O oráculo tinha um peso. A deflagração do viver luxuoso, egoísta de um rei que ao contrário do seu pai, Josias expandiu e embelezou o seu palácio a custo de trabalhos forçado e não remunerados retamente.

A opressão era a sua insígnia. Por isso o profeta declara “Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça, e os seus aposentos sem direito; que se vale do serviço do seu próximo sem paga, e não lhe dá o salário” Na opulência nobre de um rei egocêntrico existiam pessoas sendo massacradas por conta do famigerado poder.

A história sempre testemunhou tais casos, quando a soberbia de poder gera pisamento e massacre ao mais fraco.

Enquanto o rei preocupara-se com casas extremamentes confortáveis de modo que competiria com o cedro na sua beleza estética e arquitetônica da época, o pobre e o injustiçado estava à mercê do caos que se extendia em todo o reino…Contrastando com o pai, no qual a sua edificação era o exercitar o juízo e a justiça de forma que tudo sucedia bem… E Deus então interpela a mais pertinente de todas as questões para um rei ” Julgou a causa do aflito e necessitado; então lhe sucedeu bem; porventura não é isto conhecer-me? diz o SENHOR. Para Deus, O conhecê-lo é tão somente abrigar em nosso seio o julgamento justo para o aflito e pobre.

Jeoaquim não conhecia Deus. Conhecia o Poder, a ganância e a violência. A sua prosperidade portanto era maligna, pois desconhecia o valor do próximo. Toda riqueza que se esbanja em detrimento dos desvalidos, é absolutamente maligna. É o próprio diabo.

O pior de tudo, o que hoje vemos, é essa corrida de meios para fins gananciosos das mais variadas expressões sendo religiosa, política e ideológica.

A prosperidade maligna gera uma surdez espiritual. Deus fala e ele não ouvirá nunca, portanto tapou os ouvidos para o clamor dos pobres, cerrou os ouvidos a Deus. “Falei contigo na tua prosperidade, mas tu disseste: Não ouvirei. Este tem sido o teu caminho, desde a tua mocidade, pois nunca deste ouvidos à minha voz”.

Que Deus nos guarde da teimosia gerada pelo poder volúpio e da surdez ante a sua voz…E que nos livre de toda prosperidade que deflagra o bem do meu próximo…

Com carinho, Mário Celso


Quando o amor vence a profecia

libertadlc5Atos 21 nos relata a chegada de Paulo à casa de Filipe, o Evangelista, em meio as suas viagem missionárias. Paulo passara por Tiro e Ptolemaida. Logo chegando na casa do evangelista, o ambiente era de revelações e profecias. Este tinha quatro filhas donzelas, que profetizavam.
O detalhe importante de tudo isso, que havendo Paulo passado alguns dias na casa de Filipe, onde a ambientação profética era forte, aparece também a figura de Ágabo.Um profeta oriundo da Judéia, no qual trazia uma mensagem dramática a Paulo.

 

A representação mímica da profecia: Um cinto ligando os pés e as mãos de Paulo. Na semelhança dos profetas do Antigo Testamento, Ágabo então profetiza na orientação clara do Espírito Santo: “Assim os judeus em Jerusalém farão ao dono deste cinto, e o entregarão nas mãos dos gentios”.

 

As observações parentética que faço aqui é o seguinte:
*O profeta foi até Paulo, e não o contrário que vemos hoje. Onde as pessoas procuram os profetas de “plantão”;
*A mensagem do profeta era de certa forma uma mensagem de “derrota”, pois o apóstolo seria entregue aos homens, enquanto que os APÓSTOLOS da atualidade não aceitariam jamais esse tipo de profecia de “derrota”. O tal “ato profético”, tão incrementado pelos modismos teológicos de hoje não cabe no escopo dessa profecia de perseguição predita!
No ouvir dessa mensagem, apareceu a figura humana pautada pelos sentimentos, pois o texto nos afirma que os irmãos ficaram de certo modo temerosos com aquela mensagem profética ao ponto de rogar a Paulo a não subir a Jerusalém.

 

Paulo no entanto não ficara sequestrado pela profecia. A profecia não invalidou o desejo ardente em seu coração de sofrer pela boa causa do Evangelho. Paulo chega a declarar “Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração?”. Em uma traduçao literalista do grego “batendo como uma lavandeira, amolecer meu coração” que denota em Paulo uma profunda coragem e sem temor algum enfrentaria o infortúnio. A ardente expectativa da esperança fazia dele um sacrifício como oferta de libação a Cristo, posto que “quer pela vida, quer pela morte, Cristo será engradecido no meu corpo” Fp 1.20
Agora vem a afirmação de Amor de Paulo a Deus quando diz “estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus”. O amor a Cristo vencia qualquer ruim expectativa profética, pois o Amor a Deus era maior do que a profecia!
Por que estou dizendo isso? Porque existem muitas pessoas que passou a sua vida inteira sendo guiadas por profecias, valendo-se delas como uma neurose espiritual ao ponto de perderem todo o brilho da Vida em Cristo.
Quando você realmente ama a Deus nenhuma profecia tirará a sua caminhada mesmo que custe a sua própria vida, como aconteceu com Paulo. O sofrer pelo o Nome de Jesus vale a pena, mas não sofra pelas profecias!

 

Com amor,
Mário Celso

 

O Caminho De Simplicidade

O Evangelho de Cristo é marcado pela simplicidade e objetivo. Nada de fórmulas, técnicas, regras, dogmas, sistemas rudimentares humanos, nada disso. O Evangelho é o poder de Deus para salvação de todos sem distinção de raças, etnias, tribos. O Evangelho é a volta do homem ao Deus Verdadeiro, no qual faz do homem o ser total e verdadeiro. O Evangelho não transforma homens em bonecos ou marionetes. Transforma o seu caráter interno numa contínua renovação do ser. O Evangelho não possui magia e nem mágica. Possui o poder transformador de Cristo num processo de moldagem do homem para a imagem e semelhança do Criador. Isso é o que eu penso sobre o Evangelho.
Mário Celso
Teresina, 19 de Agosto de 2009


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